O documento apresenta orientações e exemplos para a utilização dos resultados do Teste ANPAD na nova Escala Teste ANPAD, destacando sua importância como ferramenta de apoio nos processos seletivos de programas de pós-graduação. O objetivo é modernizar a interpretação dos resultados, evitando práticas desatualizadas e garantindo coerência técnica.
Principais Pontos:
- Flexibilidade e Aprimoramento:
- A Escala Teste ANPAD introduz níveis de proficiência por área (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Analítico e Raciocínio Lógico-Matemático), permitindo análises mais criteriosas e alinhadas ao perfil desejado pelos programas.
- Formas de Utilização dos Resultados:
- Forma 1: Estabelecer um nível mínimo em uma ou mais áreas específicas (ex.: Nível 3 em PO e IN). Classificação adicional pode ser feita pela soma dos níveis ou pelo Resultado Geral.
- Forma 2: Definir uma pontuação mínima no Resultado Geral (ex.: 300 pontos), sem exigência por área, permitindo compensação entre desempenhos.
- Forma 3: Classificar todos os candidatos pelo Resultado Geral, com critérios de desempate baseados nas pontuações das provas específicas.
- Recomendações para Editais:
- Incluir cláusulas que garantam flexibilidade, como limitar convocações a “N vezes o número de vagas” ou utilizar listas de espera.
- Práticas a Evitar:
- Solicitar percentuais de classificação em relação a outros candidatos.
- Mencionar “Orientação Acadêmica” ou “Orientação Profissional” (em desuso).
- Utilizar a pontuação padronizada (0 a 600 pontos) ou percentuais da pontuação máxima (inviável devido à variação das questões).
- Método Técnico:
- A Escala Teste ANPAD é baseada na Teoria de Resposta ao Item (TRI), garantindo comparabilidade entre edições e resultados mais precisos por área.
Conclusão:
O Teste ANPAD deve ser utilizado como ferramenta classificatória complementar, evitando barreiras eliminatórias. A Coordenação do Teste ANPAD reforça a disponibilidade para esclarecer dúvidas e oferecer suporte técnico.